Sábado, 29 de Janeiro de 2022
Canaã dos Carajás Polêmica

Colégio Equipe Canaã: por medo de 'calote' ex-funcionários ameaçam ação coletiva

Segundo profissionais, Colégio Equipe encerrou atividades em Canaã, mas está com pagamentos atrasados e ainda não acertou valores de recisão com profissionajs. Procurado pela reportagem, Equipe ainda não se manifestou sobre a situação

12/01/2022 às 12h33 Atualizada em 12/01/2022 às 18h00
Por: Gazeta Carajás
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Colégio Equipe Canaã: por medo de 'calote' ex-funcionários ameaçam ação coletiva

Ex-funcionários do extinto Colégio Equipe de Canaã dos Carajás procuraram a redação do Gazeta Carajás para fazer denúncias sobre a instituição. De acordo com os profissionais, a escola encerrou as atividades em Canaã, mas até agora não realizou os pagamentos referentes a dezembro de 2021 e ainda não acertou as recisões com os professores que atuavam na unidade local. A revolta dos educadores é também por conta da falta de resposta da empresa e o medo de um "calote" é crescente.

Segundo eles, o contrato da escola com a mineradora Vale terminou no dia 22 de dezembro e a escola sequer informou  aos 250 colaboradores da possibilidade do término dos trabalhos. Profissionais de todos os setores estão sendo prejudicados pela situação e a escola, junto com sua direção não justificaram os recentes acontecimentos. Ao todo, 250 colaboradores estão sofrendo com os problemas.

Os funcionários estão acionandos sindicatos da classe e autoridades competentes para averiguar o problema e cobrar da escola posicionamentos. A situação é tão sensível que advogados já estão em contato com a direção do Colégio Equipe em Belém. Até o momento, no entanto, não há novidades sobre o caso.

A previsão é que os profissionais entrem com uma ação coletiva até o próximo final de semana, caso não haja uma resposta da empresa. Segundo informações extraoficiais, a Vale deve se reunir com a diretoria da escola nesta quinta-feira (12). O Equipe possui unidades em Belém e abriu recentemente uma nova filial na cidade de Paragominas.

O Gazeta Carajás tentou contato com a direção da escola e assessoria de imprensa por telefone, e-mail, Whatsapp, mas, até o fechamento desta matéria, ninguém respondeu à solicitações.

A reportagem continua à disposição para que a empresa se manifeste sobre o ocorrido.

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